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GE inaugura em MG primeira fábrica de equipamentos médicos na América Latina

Com investimento de US$ 50 milhões em dez anos, unidade vai produzir máquinas como raios X, mamógrafo e de ressonância magnética


Gustavo Poloni, enviado especial a Contagem (MG) | 21/07/2010

A General Electric (GE) inaugurou nesta quarta-feira sua primeira fábrica de equipamentos médicos na América Latina. Localizada em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, num primeiro momento ela vai montar equipamentos de raios X e mamografia.

fabrica
Na primeira etapa, a unidade fabricará equipamentos de raios X e mamografia

A partir de 2011, a linha de produtos será expandida e serão fabricados sistemas de monitoramento, ressonância magnética, tomografia computadorizada e PET/CT, usado no diagnóstico do câncer. O investimento previsto na fábrica é de US$ 50 milhões ao longo de dez anos. "A fábrica faz parte da estratégia da GE de crescer localmente", disse Cláudia Goulart, presidente e CEO da GE Healthecare para a América Latina, durante a inauguração.

A implantação da nova fábrica será dividida em três fases. A primeira, que começa em outubro, quando ela deve entrar em funcionamento, é a montagem dos equipamentos. Depois disso vai ter início o processo de nacionalização dos produtos. Para isso, a empresa buscou 23 fornecedores locais de peças. O objetivo é que os produtos tenham até 60% de nacionalização.
Por fim, a GE Healthcare vai investir em pesquisa e desenvolvimento de equipamentos para atender exclusivamente o mercado brasileiro. Os projetos serão tocados pelo centro de pesquisa e desenvolvimento que será criado no Brasil com investimento de US$ 150 milhões. O local da nova unidade, a quinta no mundo, será anunciado até o final de agosto


claudiagoulartSegundo a presidente da GE Healthecare para a América Latina, Cláudia Goulart, a fábrica é parte da estratégia de crescimento no mercado local

A expectativa da GE é que, até 2015, sejam criados 750 empregos diretos e indiretos com a inauguração da fábrica em Contagem. Destes, 550 são na área de manufatura. Para capacitar engenheiros, a empresa vai investir também num centro de treinamento, o primeiro da GE Healthcare na América Latina, que deve entrar em funcionamento a partir de 2011.

Plataforma para exportação


"Não estamos inaugurando apenas mais uma unidade de produção de equipamentos médicos no Brasil", disse João Geraldo Ferreira, CEO da GE Brasil, durante coletiva de imprensa. "Queremos que ela seja uma plataforma para a exportação de produtos e serviços". A expectativa é de que a GE exporte até 25% da produção até o final de 2011.

De acordo com a GE, a instalação de uma fábrica de equipamento médico no Brasil traz uma série de benefícios para hospitais, laboratórios e clínicas de saúde. A começar pelo preço dos produtos. A queda nos valores deve-se a dois fatores. O primeiro é a redução na carga de impostos nos equipamentos que são importados. O outro, a simplificação da logística para a distribuição dos produtos. Hoje, o transporte representa 12% dos custos dos equipamentos. "Esse valor deve cair 33%", afirmou Cláudia. "É mais caro entregar equipamentos montados do que peças separadas".

Com sede no Reino Unido, a GE Healthcare está presente em mais de 100 países e fechou 2009 com faturamento de US$ 16 bilhões. Recentemente, a GE Healthcare anunciou que vai investir até 2015 US$ 6 bilhões no desenvolvimento de soluções para aumentar o acesso, reduzir os custos e aumentar a qualidade dos serviços de saúde. "Acreditamos que podemos fazer a diferença na vida das pessoas", disse Ferreira.

(O jornalista viajou a convite da GE)
Fonte:http://economia.ig.com.br
 
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Tomografia pode monitorizar eficácia de novos fármacos contra o Alzheimer

Investigadores finlandeses concluíram que a tomografia por emissão de positrões (PET) pode ser uma ferramenta importante no estudo de novos tratamentos contra a doença de Alzheimer.

A doença de Alzheimer é uma doença degenerativa, lenta e progressiva, caracterizada por perda de memória, perda da capacidade de orientação e confusão. Nos doentes afectados por esta patologia há morte das células cerebrais e, consequentemente, uma atrofia do cérebro, a qual se crê que seja provocada pela produção e deposição em placas no cérebro de uma proteína denominada de “beta-amilóide”. Contudo, até recentemente, não havia forma de visualizar a formação destas placas no cérebro dos indivíduos que sofriam desta doença. Para este estudo, investigadores da Universidade de Turku, na Finlândia, utilizaram a PET, uma técnica de diagnóstico de medicina nuclear, para estudar o efeito do fármaco bapineuzumab no tratamento da doença. O estudo, publicado no “The Lancet Neurology”, revelou que, quando comparado com um placebo, este fármaco reduz em cerca de 25% o depósito de placas de beta-amilóide nos doentes com Alzheimer. Os investigadores, liderados por Juha Rinne, acreditam que o uso da PET para observar a evolução da formação das placas pode contribuir para estudar a eficácia de novos fármacos contra o Alzheimer e pode até, afirmam os cientistas, funcionar como uma importante ajuda na prevenção de doenças neurodegenerativas. ALERT Life Sciences Computing, S.A. .

Fonte:Estudo publicado no "The Lancet Neurology"

 

 
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Tomografia pode identificar fumantes com maior risco de enfisema.

Pessoas com sinais muito sutis de enfisema, mas ainda com função pulmonar normal, têm padrões diferentes de fluxo de sangue

Pesquisa da Universidade de Iowa descobriu que usar tomografia computadorizada para medir o fluxo sanguíneo nos pulmões de pessoas que fumam pode ser uma maneira de identificar quais os fumantes têm maior risco de enfisema antes que os danos da doença destruam as áreas dos pulmões. O estudo descobriu que fumantes que têm sinais muito sutis de enfisema, mas ainda tem função pulmonar normal, têm padrões muito diferentes de fluxo de sangue nos pulmões em comparação aos não-fumantes e aos fumantes, sem sinais de enfisema. Esta diferença poderia ser usada para identificar os fumantes que apresentam risco aumentado de enfisema e permitir uma intervenção precoce. "Nós desenvolvemos uma nova ferramenta para detectar precocemente as alterações relacionadas com o enfisema, que ocorrem em fumantes suscetíveis à doença", disse o principal autor do estudo, Eric Hoffman. "Nossa descoberta também pode ajudar os pesquisadores a entender as causas subjacentes da doença e ajudar a distinguir este tipo de enfisema de outras formas de doença pulmonar obstrutiva crônica" . A equipe usou a tomografia computadorizada multi-detectora de linhas para medir os padrões de fluxo de sangue nos pulmões de 41 participantes do estudo - 17 não-fumantes e 24 fumantes. Todos os participantes tinham a função pulmonar normal, mas 12 dos fumantes tinham sinais muito sutis de enfisema. A tomografia computadorizada mostrou que estes 12 indivíduos tinham padrões mais perturbados do fluxo sanguíneo em relação aos outros participantes. Os resultados também apóiam a ideia de que o fluxo sanguíneo anormal se desenvolve antes do enfisema. "Embora as causas do enfisema não sejam bem compreendidas, o tabagismo aumenta o risco de desenvolver a doença. Nosso estudo sugere que alguns fumantes têm uma resposta anormal a uma inflamação em seus pulmões, em vez de mandar mais sangue para as áreas inflamadas para ajudar a reparar o dano, o fluxo sanguíneo é desligado e as áreas inflamadas deterioram-se", explicou Hoffman. A via celular que desliga o fluxo sanguíneo é útil quando uma área do pulmão torna-se permanentemente bloqueada e não pode ser resgatada. Nesse caso, o pulmão aperfeiçoa as trocas gasosas e para de abastecer a área com sangue. No entanto, a inflamação dos pulmões causada pelo tabagismo pode ser resolvida e os danos resultantes reparados pelo aumento do fluxo sanguíneo, que traz oxigênio e componentes celulares úteis para o local da lesão. .

Fonte: Isaude.net

 

 
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JPR 2010

ALSO IMAGEM repete o sucesso e mais uma vez é expositora na JPR 2010 em parceria com Medilab Sistemas


Em 2009 estreamos na JPR já em grande estilo; participando como expositora e marcando presença em estandes parceiros como MEDRAD e GE. Esse ano não foi diferente e a ALSO IMAGEM marca mais uma vez sua presença no maior evento da América Latina. Com um cenário de grandes investimentos ocorrendo na área da saúde, e o mercado cada vez mais aquecido a ALSO IMAGEM se consolida em sua área de atuação e tem a certeza de que isso é o compromisso que firmamos há 9 anos…

Confira abaixo alguns momentos da participação da Also na JPR 2010

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São Paulo troca ICMS por mais exames para o Sistema Único de Saúde

A economia gerada pela isenção deverá ser, necessariamente, revertida para o atendimento de pacientes do SUS

O governo do Estado de São Paulo decidiu permutar a cobrança de imposto na importação de equipamentos de diagnóstico por imagem, em troca de mais exames disponíveis à população usuária do SUS (Sistema Único de Saúde) do estado. A iniciativa é resultado de parceria entre as secretarias de Estado da Fazenda e da Saúde e foi anunciada durante abertura do Encontro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. A medida implica em isenção total de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) para todos os equipamentos sem similar no país, adquiridos importados por hospitais e clínicas paulistas que prestem serviços radiológicos, como tomógrafos, ultra-sons, ressonâncias magnéticas, equipamentos de hemodinâmica como cateterismo e alguns tipos de raios-x.

Em contrapartida, a economia gerada pela isenção deverá ser, necessariamente, revertida para o atendimento de pacientes do SUS. Assim, uma clínica que comprar, por exemplo, um ultra-som que hoje custa R$ 60 mil, deverá disponibilizar à rede pública uma cota correspondente à alíquota de 17,5% do ICMS, ou seja, R$ 10,2 mil.

Tão logo um serviço de saúde importe um equipamento de radiologia, a informação sobre o valor do ICMS será encaminhada à Secretaria da Saúde. A pasta irá calcular, então, quantas cotas de exames a isenção gerou e, por meio de sua Central de Regulação de Vagas, irá encaminhar pacientes do SUS com pedido de exames.

Com maior oferta, será possível reduzir o tempo de espera para os exames pela metade. Em alguns casos, como a ressonância magnética, pode variar de 15 a 30 dias na capital e região metropolitana de São Paulo. " Na prática, as clínicas e hospitais privados irão devolver ao governo do Estado o valor equivalente à isenção do ICMS por intermédio da prestação de serviços aos pacientes da rede pública, que terão à disposição um volume maior de exames. Além desse benefício os paulistas poderão, a partir de agora, contar com a efetiva modernização do parque tecnológico de diagnóstico por imagem das unidades de saúde do estado" , afirma o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.

Fonte: Secretaria da Saúde SP

 
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